O Partido dos Trabalhadores (PT) reagiu nas redes sociais, na quarta-feira, 27 de agosto de 2025, à declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro ‘sararia’ imediatamente se estivesse em liberdade. O ex-mandatário, atualmente em prisão domiciliar desde 4 de agosto, foi alvo de ironia por parte do PT, que publicou: ‘Parece que a saúde do Bolsonaro não depende de remédio, mas de liberdade para fazer campanha. Engraçado: quando está preso, é doente; quando é para pedir voto, é atleta. Uma doença bem seletiva, né?’. A postagem incluiu uma imagem humorística mostrando Valdemar em dúvida entre duas opções sobre a saúde de Bolsonaro e um áudio da fala do presidente do PL durante um evento em São Paulo no dia 25 de agosto.
Na ocasião, Valdemar comentou sobre o estado de saúde de Bolsonaro, afirmando que ele estava ‘muito abatido’ e que sua condição moral era influenciada pela prisão. A resposta do PT não apenas provocou risadas nas redes sociais, mas também levantou discussões sobre a percepção pública da saúde do ex-presidente e sua capacidade de participar ativamente da campanha eleitoral. O meme gerou um debate acalorado entre apoiadores e críticos, refletindo as tensões políticas em torno das próximas eleições.
As declarações e reações evidenciam a polarização política no Brasil e como a saúde de figuras públicas pode ser utilizada como ferramenta retórica em disputas eleitorais. Com as eleições se aproximando, a interação entre os partidos e suas estratégias de comunicação se torna cada vez mais relevante, especialmente em um cenário onde a imagem e a saúde dos candidatos são constantemente escrutinadas pelo público e pela mídia.